Brice Mounier

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Artista

Nome:   Brice Mounier
Nacionalidade:   França
Categoria:   Pintura, Escultura
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Obra

Ele está em casa, sobre os telhados, tão perto, mas ao mesmo tempo longe do tumulto dos homens, escondido no seu ateliê entre mundos emocionantes onde as telas, os pigmentos coloridos, as camadas e as resinas se encontram
numa dança de fios numa estimulante coreografia.Interessado nesse campo, Brice Mounier usa a pintura como a sua principal forma de expressão.

Além disso o avô de Brice era um artista: mas também um motorista, esta figura extravagante que Brice admirava enquanto estava sentado na sua oficina, e o seu avô dava vida à sua arte. É por isso que Brice naturalmente está voltando para a arte, especificamente a pintura.

Durante anos, a pintura provou ser essencial para ele, como um alter ego; Um lugar onde o artista está cheio de liberdade, um lugar onde tudo é possível, como não há barreiras sociais nada o pode parar na sua liberdade de expressão. A ideia principal na arte de Brice é transcender as cores em formas e assuntos.
A Sua arte baseia-se em arte abstracta e figurativa com cores, que combinadas entre si, acabam com o aspecto minimalista. Assim, todas as obras de arte, de Brice, estão ligadas, contando-nos uma história. É definitivamente a sua história; São basicamente todas as suas memórias de infância, vistas hoje. Passando por todas as fases de um universo onde ele cresceu.

Florian Raiss

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Artista

Nome:   Florian Raiss
Nacionalidade:   Brasil
Categoria:   Escultura, Cerâmica
Website:   www.florianraiss.com.br

Os dramas da existência humana, questões de alteridade, o regresso aos mitos e arquétipos, pedras basilares da construção da civilização, são explorados por Florian Raiss nas suas esculturas intimidativas, possantes figuras de bronze esculpidas num toque macio, polido e sensual.
A linguagem plástica que Florian utiliza permite o ângulo múltiplo perante a obra, rodeamos a peça, apercebemo-nos da sua amplitude, vemos corpos que lembram o nosso ao mesmo tempo que repelimos essa primitividade que Raiss desvenda nas peças que molda.(…)

Obra

A obra de Florian Raiss começa com o desenho, para em seguida ganhar o espaço: “O desenho me levou à escultura, que surgiu como uma necessidade, como uma vontade de materializar figuras que eu tinha em mente.” Para seus trabalhos tridimensionais, Raiss lança mão de diversos materiais, como bronze, argila policromada e baixo esmalte. Tanto no desenho quanto na escultura, estão presentes os homens quadrúpedes, a temática erótica, a figuração inscrita numa certa atmosfera fantástica ou bizarra. A historiadora da arte Aracy Amaral (1930) aponta um realismo doce, de clima insinuantemente perverso, nos personagens monstruosos de Florian Raiss. O curador Emanoel Araújo (1940), por sua vez, enxerga nessas mesmas personagens animalescas sugestões do homem e dos seus desejos mais profundos e obscuros. Já o crítico Fernando Oliva identifica na obra de Raiss um dos assuntos por excelência da escultura barroca: o embate civilização versus natureza. E, ainda, a imposição da cultura versus a resistência do primitivo; a disputa entre a necessidade de contenção, de um lado, e o desejo animal e incontrolável, de outro. A produção de Raiss é marcada pela possibilidade do surgimento inesperado do fantástico, na qual é impossível isolar tanto o real do imaginário, quanto o passado do presente. Disso decorrem não somente os seres fantásticos, mas também a evocação da arte grega em desenhos e peças feitas com baixo esmalte.

Filipe Pinto Soares

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Artista

Nome:   Filipe Pinto Soares
Nacionalidade:   Portugal
Categoria:   Escultura
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Obra

Filipe Pinto Soares tem a sua formação em restauro na Funda- ção Ricardo Espírito Santo e em animação 3D na ETIC. Em 1999, passou pela St. Martin’s School of Art, em Londres, no curso de manipulação de imagem, arte e design. Em 2000, ainda em Londres, estudou produção e vídeo na Media Productions Facilities. Em 2001 cria a Relectro, uma marca de design industrial onde alia tecnologia a objectos de decoração vintage. É por esta altura que as artes plásticas entram no seu currículo. Participou em algumas exposições colectivas, entre elas Abanque, na Mousse, em 2004, o Circuit, em 2006 e Nike 1/1 Art of football, em 2008. Em 2007 inícia uma colaboração com o artista Miguel Palma. Em 2008 faz o curso de pintura da Ar.Co..Em 2009 A sua primeira Exposição indvidual (floating Dreams). Em 2010 faz a segunda exposição individual “Along the way” no espaço Arte Tranquilidade e em 2011 é convidado a participar na exposição colectiva “Janelas do futuro” em 3 cidades. O seu trabalho reflecte todo um percurso de aprendizagem e de experiências, com a perspectiva de desenvolver e inovar o olhar sobre peças que juntam tecnologia à arte.