Brice Mounier

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Artista

Nome:   Brice Mounier
Nacionalidade:   França
Categoria:   Pintura, Escultura
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Obra

Ele está em casa, sobre os telhados, tão perto, mas ao mesmo tempo longe do tumulto dos homens, escondido no seu ateliê entre mundos emocionantes onde as telas, os pigmentos coloridos, as camadas e as resinas se encontram
numa dança de fios numa estimulante coreografia.Interessado nesse campo, Brice Mounier usa a pintura como a sua principal forma de expressão.

Além disso o avô de Brice era um artista: mas também um motorista, esta figura extravagante que Brice admirava enquanto estava sentado na sua oficina, e o seu avô dava vida à sua arte. É por isso que Brice naturalmente está voltando para a arte, especificamente a pintura.

Durante anos, a pintura provou ser essencial para ele, como um alter ego; Um lugar onde o artista está cheio de liberdade, um lugar onde tudo é possível, como não há barreiras sociais nada o pode parar na sua liberdade de expressão. A ideia principal na arte de Brice é transcender as cores em formas e assuntos.
A Sua arte baseia-se em arte abstracta e figurativa com cores, que combinadas entre si, acabam com o aspecto minimalista. Assim, todas as obras de arte, de Brice, estão ligadas, contando-nos uma história. É definitivamente a sua história; São basicamente todas as suas memórias de infância, vistas hoje. Passando por todas as fases de um universo onde ele cresceu.

Vinita Dasgupta

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Artista

Nome:   Vinita Dasgupta
Nacionalidade:   Inida
Categoria:   Pintura
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Obra

She spent most of early childhood in different states. Parents guided her by critiquing her work since childhood and gave her an academic foundation to grow on. they also instructed her to use common people as models. She has also learnt classical singing and dancing.

In 1998 her family moved to New Delhi for higher studies, soon began learning painting and fashion designing professionally. Though she was already painting since the age of five she formally started learning painting at age eighteen.
She completed Masters in Fine Arts from College of art ,New Delhi in 2008 , and working as an independent galleries with national and international galleries and curators.

Career
Awarded ‘’Art for social change award’’ from United Nations Population Fund-India, New Delhi 2008.Awarded National Scholarship in Painting by Ministry of Culture, HRD for 2yrs from 2009-2011,New Delhi.Painting selected & exhibited at the International Painting competition organized by Château des Réaux ,France, February 2009.She got special recognition and awards by Sahitya Kala parishad, AIFACS, ICRC, UNESCO, Lalit Kala and many more.

Ana Michaelis

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Artista

Nome:   Ana Michaelis
Nacionalidade:   Brasil
Categoria:   Pintura
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Obra

Longe daqui. Perto de mim. Na sua frente. Um outro lugar. Palavras geográficas, rosa-dos-ventos, nomes que orientam desorientando, que evocam lugares incertos, sílabas poéticas de paisagens desconhecidas.(…)
Estarrecidos pela ausência de semelhante, resta-nos fechar a janela de vidro com a certeza, porém, que o relevo subtil daqueles não-lugares da natureza será quimera perene, sempre à espera, infinitamente.

Uiso Alemany

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Artista

Nome:   Uiso Alemany
Nacionalidade:   Espanha
Categoria:   Pintura
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Obra

“(…) Viver, compreender, entender, conviver soam aos meus ouvidos com o mesmo significado sonoro de um mergulho profundo no âmago dos seres, nesse recôndito mundo das inquietações subjectivas do homem, no lugar, na fonte de energia que constrói as diferenças, responsáveis por fazer aparecer a inteireza das coisas.
Do acto, enfim, de tornar sólido, objectivo, visível esse mar de vivências, guardadas no escuro espaço da infinita solidão, essa eterna cúmplice do tempo presente e do tempo passado.(…)
Portanto, Uiso Alemany é um homem do mundo, mas não de um mundo vazio, sem desafios, sem diferenças nem conflitos, mas de um mundo em movimento, que expele energia, vigor, uma harmonia prestes a se desintegrar como ruínas de uma paisagem, que só a poética da utopia pode restabelecer numa nova ordem. E é essa nova ordem estética e poética que evoca a obra de Uiso Alemany.(…)”

Pimax

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Artista

Nome:   Pimax
Nacionalidade:   França
Categoria:   Pintura
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Pimáx nasceu em 1975 artista ativista, ele veio para a arte através do excêntrico, repleto de experiências do grafite e música eletrônica, ele é um dos fundadores do Toulouse hardcore sound system, coletiva com início nos anos 90.

Obra

Ele agora ocupa um lugar especial no mundo da Arte de rua … Ele brinca com os códigos da arte contemporânea e revisita os temas dos anos 80 de acordo com estênceis e esculturas em resina. Isso é verdadeiro de sua série de esculturas Campbell e resina vermelha, aceno para Andy Warholl, convertido em vários objetos da memória coletiva, o sobrevivente de Darth Vader de Star Wars para o querubim hedonista ou o pássaro preso em um derramamento de petróleo …

Através de seu trabalho surge uma crítica mordaz da sociedade de consumo, sobre a embalagem de qualquer tipo pendurado no teto do seu estúdio, criando um universo caótico pop em que ele vive e trabalha cercado por suas criações. Estes pacotes servem como inspiração e modelos para desenvolver seus moldes …

Todas as suas criações convidam a uma reflexão sobre o tempo. O momento é congelado como suas resinas em cativeiro ou em seus estênceis. O poder de sua obra sempre retorna para a força de nossas memórias, e representações de nosso imaginário, reunindo um público de várias gerações.

Sua realidade com cores pop acíduladas, evocam ícones da nossa infância, e transforma-o em padrão de uma nova cena da arte contemporânea…

Suas séries não se caracterizam em edições feitas no mesmo molde, mas para serem originais, faz todos diferentes, mas sobre o mesmo tema, o que evita a armadilha da facilidade de reprodução, Pimáx salienta a originalidade de seu processo criativo, estimulando a reprodução de criação.

José Carlos Viana

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Artista

Nome:   João Carlos Viana
Nacionalidade:   Portugal
Categoria:   Pintura
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Obra

O seu desenho é um frequente turbilhão de ideias, às vezes pelo realismo fantástico ou pelo lúdico erotizante, muito pouco subtil, mas finamente representado no meio dos labirintos de espaços negativos, e que parecem tornar-se janelas abertas para expressar esse turbilhão de ideias. Ideias agonizantes de um mundo que nasce do corpo de uma mulher, larga em entroso, como se dali nascesse a própria figuração, que se completa com as colagens, texturas e cores. A côr, às vezes de um pintor, corre livre e transparente, numa tentativa de abrir aqueles espaços para a sua eloquente figuração. Como bom nordestino, e consciente dessa submissão, ele faz surgir os símbolos, os mitos, a verdade e os sonhos do inconsciente banhado pelo sol ardente, com a luz e o calor da sua terra.

João Noutel

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Artista

Nome:   João Noutel
Nacionalidade:   Portugal
Categoria:   Pintura
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Vive e trabalha em Lisboa, Portugal. Lic. Direito (Univ. Lusíada); Pós-Graduação em Desenho e Técnicas de Impressão pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto; Autor e responsável criativo de diversas publicações e projectos temáticos (vg “Douro – The New Generation”, “Nas Tripas”, apresentados na Feria do livro de Frankfurt 2005, a sua obra está ligada à imagem de vários vinhos premium (Pelada, Qta da Pellada/ Dão; Carrocel, Qta da Pellada/ Dão; Conceito/ Douro;Conceito New Zealand; Conceito South Africa; Contraste/ Douro; Bastardo/Douro; Niepoort/ Douro, Sparkling Wines Filipa Pato, Quinta da Prelada/Douro, etc). Em 2007 produziu duas edições limitadas exclusivas da série The Invisible Soul para o Museu de Serralves, Porto; Em 2008 foi um dos artistas convidados para a primeira edição da Portugal Brands, London UK/ The London Design Festival; Em 2009, entre outras personalidades, foi o artista plástico escolhido para o vídeo corporativo da Jason Associates e o artista plástico convidado para as edições CasaDecor Porto e Lisboa. Integra a lista de artistas do projecto ANAMNESE, plataforma digital internacional de arte contemporânea portuguesa; está representado em diversas colecções privadas e institucionais em Portugal (Banco BIG, Banco Banif Mais, Grupo MegaCarlton, Fundação António Prates, Metro do Porto, etc), Espanha, Alemanha e E.U.A., expondo regularmente desde 2002. É autor do projecto de arte pública “VOYEUR – Giant The Voyeur Project, 2008) adquirido pela Colecção Travessa da Ermida, Lisboa; 2º Prémio de Pintura 2008 Museu da Bairrada/ Galeria Nuno Sacramento; 2º Prémio Imagem do Vinho 2010; A sua Obra foi recentemente destacada em diversas publicações (entre outras, Visão, ArtReview (UK), Attitude, TimeOut Lisboa, Arte.Es (Madrid), ARTE Por Excelencias / Latino American). Em 2010 foi um dos 10 artistas seleccionados para a exposição MIMIC, Galeria Hartmann, Barcelona; Em 2011, artista plástico convidado do evento “Another Big Day at Nápoles 2011”; artista seleccionado para o prémio Amadeo Souza-Cardoso 2011; 2012 JUST MAD 03, Madrid (Galeria Nuno Sacramento); Artista plástico convidado do Portugal Fashion 2012.

Obra

Ao materializar intencionalmente narrativas, recombinando-as, reformulando possibilidades de descodificação das mensagens de cada trabalho, percebemos a componente iconográfica do universo ficcional da Obra de João Noutel. Com efeito parece ser esse o cenário privado preparado em cada pintura, denunciando construções de representação, com expressivo uso da ironia enquanto campo de reflexão.

A valorização do conceito de simulacro, de subtileza, de assertividade na abordagem de vários temas comuns à espécie humana, procuram apontar caminhos para um contexto de entendimento do que pode ser uma vertente da Pop Arte, no sentido da inquietude repetida pelo ideal estado de coisas.

João Noutel possibilita elegantemente, através destes mecanismos de acerto da realidade que o espectador vá desvendando o propósito final de cada obra, onde é evidente uma influência transdisciplinar pelo cruzamento de áreas como a arquitectura, a música, a fotografia, o cinema, a literatura, aparentemente fundamentais para o autor, na composição e equilíbrio de cada obra.

Neste conjunto de trabalhos João Noutel procura mapear a sua actividade mais recente, evocando uma aparente divisão em partes, em séries, com códigos distintos, como se de uma documentação/ investigação se tratasse sobre a força gráfica da pintura. O artista tem explorado diversas narrativas para retratar, de forma peculiar, a subtileza de alguns denominadores comuns à condição humana, sejam a tensão pura, a felicidade, a utopia, a aparência, a ruptura, a vontade, a fama, o desejo, a ternura, a inveja, o sucesso, etc.

O observador é confrontado assim com uma linguagem plástica não convencional, com uma forte componente metafórica, normalmente irónica e provocadora, revelando uma pintura com carácter instrumental com uma peculiar imagética iconográfica, convidando e envolvendo o observador a um desafio de percepção das possibilidades de uma imagem.

OUT SERIES é um “local” de análise e observação, onde em muitos casos se levantam questões sobre a descontextualização do desenho versus mensagem genérica subjacente a cada obra, com ritmos únicos e autónomos, conferindo a cada uma um estatuto anunciativo e intemporal. No limite, é esse o propósito do autor: procurar sempre limites possíveis para a força gráfica da pintura.

Hélio Cabral

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Artista

Nome:   Hélio Cabral
Nacionalidade:   Brasil
Categoria:   Pintura
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No início da década de 1960, freqüenta a oficina de Fausto Boghi, com quem aprende técnicas de cinzel, realiza relevos em cobre, em São Paulo. Cursa arquitetura na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU/USP, entre 1970 e 1974. Em 1973, leciona desenho no Arstudium, em São Paulo. A partir da metade da década de 1970, freqüenta sessões de modelo vivo no ateliê de Antônio Carelli (1926) e estuda modelagem e fundição em gesso no ateliê de Raphael Galvez (1907-1998). Entre 1974 e 1984, atua como professor e coordenador dos ateliês de arte do Museu Lasar Segall e, de 1981 a 1984, leciona desenho e pintura na Pinacoteca do Estado de São Paulo – Pesp. É curador da exposição Raphael Galvez: A Cidade à Sombra dos 40 – Pinturas, realizada na Pesp, em 1994. Em 1995, a Editora da Universidade de São Paulo lança o livro Hélio Cabral, sobre sua trajetória artística, de autoria de Leon Kossovitch. Cabral dedica-se principalmente à pintura, mas trabalha também com desenho, gravura e escultura.

Obra

O desenho “graffitado”, constituído por borrões, sujidade e ruído, agressivo no seu todo mas suficientemente plástico para que criasse raízes no papel, transmite variações de energia num movimento vibrante e ondulatório tão caro a Hélio Cabral. O eixo naturalista submetido a uma hiperbolização brutalista cruza-se com conceitos elaborados concretizados de forma despojada e rudimentar. A par dessa pintura movediça e magmática que dispensa rótulos, apesar da aproximação expressionista, Cabral trabalha a ironia e o humor através de caricaturas, mitos e figuras, estereótipos enraizados no imaginário colectivo que, quando efectivados na tela, adquirem uma aura patética.

Angela Bassano

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Artista

Nome:   Angela Bassano
Nacionalidade:   Argentina
Categoria:   Pintura
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Angela Bassano, nascida em Buenos Aires no ano de 1968. De 1986 a 1991 Angela estudo design gráfico na Universidade de Buenos Aires, design gráfico na Escola Superior de Desenho, e finalmente design de interiores no Centro Educativo de Artes Visuais.

Obra

Nas suas obras, além de cumprir com os parâmetros que são próprios na obra plástica, como o cromatismo, composição, harmonia visual, etc, etc. Bassano vai muito mais além. Quando contemplamos as suas obras, percebemos que nos introduz num mundo mágico surreal em que aparecem elementos que nos falam de outras realidades.
A sua obra submerge num outro mundo estranhamente desconhecido, do qual nunca tivemos nenhum conhecimento, num mundo esotérico que vai mais além da epiderme da linguagem plástica, Bassano cria um mundo fascinante de espaços impossíveis por onde deambulam seres que estão trespassando o plano da realidade para se colocar simultaneamente noutras dimensões, noutras realidades.
Angela Bassano fala-nos da condição de multidimensionalidade do ser humano.
Em exposições anteriores posicionou-se com esta ideia, não aceitando a condição de uma só dimensão do homem – recordando Marcusse. Angela faz-nos pensar na possibilidade que talvez os seres humanos devam colocar-se
em vários planos antes de chegarem junto a nós, transferindo outras realidades.

Carmen Calvo

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Artista

Nome:   Angela Bassano
Nacionalidade:   Argentina
Categoria:   Pintura
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Website:   www.carmencalvo.es

Carmen Calvo, nasceu em Valência em 1950, estudou na Escola de Artes e Oficios de Valência entre 1965 e 1970 e na Escola Superior de Belas Artes de San Carlos de Valência entre 1969 e 1972. Entre 1983 e 1985 reside na Casa Velásquez de Madrid e desde 1985 a 1992, muda-se para Paris. Desde 1992 vive e trabalha em Valência.

Obra

(…)Carmen Calvo não perdeu o olhar de espanto, essa capacidade inata de ver várias coisas numa só. Mas também não alimenta nostalgias. Prefere um convívio salutar com objectos que subverte ou transforma, fragmentos de barro, cristais, bocados de nada: lixo de uns, fortuna de outros. Pinturas, colagens, assemblagens e sobreposições são meios para chegar a um fim, o equilíbrio plástico da composição.